segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ontem me animei um pouco mais com as decisões judiciais sobre casos comprovados de Síndrome da Alienação Parental, por isso estou aqui postando para que entendam mais ainda sobre essa imensa covardia a qual muitas mães egoístas (e também avós!), que não sabem o que é amor verdadeiro expõem seus filhos! Leiam e repassem, já é uma forma de ajudar!
http://www.alienacaoparental.com.br/textos-sobre-sap/SAP-acordao-2006_1117310.pdf
http://www.alienacaoparental.com.br/textos-sobre-sap/SAP-acordao-2006_517544.pdf l LEIAM OS DEPOIMENTOS DA CRIANÇA; FICARÃO CHOCADOS COM TANTA COVARDIA!
http://www.alienacaoparental.com.br/textos-sobre-sap/SAP-acordao-2007_704585.pdf
http://www.alienacaoparental.com.br/textos-sobre-sap/SAP-acordao-2008_774798.pdf

Estive no sábado no endereço fornecido pela alienadora na própria delegacia para tentar buscar meu filho, mas como eu já esperava ela não estava em casa com ele. Conversei com vizinhos que me garantiram que eles não estão morando lá.Depois de ficar meia hora no portão aguardando alguém me atender, veio a mãe e a irmã dela e me disseram que ela tinha levado meu filho ao médico; então perguntei se ele estava doente e a irmã me respondeu que não., que era apenas uma consulta de rotina! Mais uma estratégia para que eu não o visse no meu final de semana por direito...
  Mas saí dali com testemunhas e fui à delegacia, ao Conselho Tutelar e ao Plantão Judicial prestar queixa de desobediência de ordem judicial. Perdi toda minha manhã, parte da tarde, gastei dinheiro e tempo de testemunhas mas não me arrependo; sei que mais cedo ou mais tarde a Justiça vai ser feita.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ontem vi meu filho...

  Como eu já tinha descoberto onde meu filho está estudando, estive na escola dele na semana passada, mas ele tinha acabado de sair- ele está estudando em outro município mais longe ainda de onde moro- e não o vi. Entrei na escola junto c minha esposa, conversei com a coordenadora e a professora dela, mostrei a documentação que me inocenta da falsa acusação da alienadora e o documento da regulação de visitas, expliquei tudo o quem vem ocorrendo e o motivo principal de estar ali: ver meu filho e conseguir o endereço de onde está morando para que possa voltar a pelo menos tentar pegá-lo nos finais de semana que cabem a mim.          Como eu já esperava, a coordenadora não me forneceu o endereço, a diretora estava ensaiando o coral e não pode me receber; disse que entendia a posição dela e que retornaria à escola em outra ocasião; fiquei feliz em saber que meu filho estava bem nas notas, que não tinha problema de relacionamento c os colegas e que está fazendo esporte. Disse também que ele nem a mãe deveriam saber que eu descobri onde ele está estudando pois correria o risco dela não deixá-lo voltar à escola mesmo faltando apenas 2 meses para terminar o ano letivo. A princípio parece que entenderam e não falariam nada ate´que a justiça determinasse a escola a fornecer o endereço.
  Ontem, segunda-feira, voltei à escola para conversar com a diretora sobre a possibilidade de fazer uma festinha surpresa no aniversário dele que será na primeira semana de outubro e também com a intenção de mostrar os documentos p ela já que ainda não os tinha visto; fiquei do lado de fora da escola esperando que ele saísse para que o visse mesmo de longe, embora minha vontade era de entrar e abraçar meu filho, estava até com taquicardia, suando frio, teve uma hora que fui sentar no carro porque achei que fosse desmaiar; minha esposa ficou no portão p me avisar quando ele saísse -ele não a conhece- e conversou com o porteiro sobre a situação, informando inclusive que eu entraria depois que meu filho saísse.
  Para meu espanto e tristeza o que chegou na porta da escola? Uma Patamo da polícia Civil com a alienadora saindo de dentro dele! Isso mesmo: uma patamo, com 2 policiais com arma na cintura, 2 fuzis no banco da frente aparecendo para quem estivesse perto e a alienadora saindo de dentro dele para buscar meu filho na escola! Minha esposa me chamou e mandou que eu já viesse com os documentos para mostrar aos policiais, pois alienadora estava apontando para mim para eles me prenderem!
  Ela não sabia que eu podia me aproximar do meu filho, que eu estava inocentado da sua falsa denúncia, pensou que pudesse sair dali preso, era isso que ela pretendia. Ela teimou como os policiais que eu não podia ir à escola, que não poderia me aproximar dela, que eu era violento, que eu tentei matar meu filho; mostrei os documentos para os policiais e eles viram que eu não estava fazendo nada de errado.
  Mas a alienadora quis ir à delegacia, meu filho coitadinho, olhava apavorado para toda essa cena, assim como várias outras pessoas e coleguinhas da escola ali presentes. N a delegacia ela não tinha o que registar, então alegou que está tentando proteger meu filho de mim já que sou uma pessoa "extremamente violenta" e que inclusive o conselho tutelar detectou maus tratos nele e ele está sendo acompanhado de uma psicóloga de lá; chorou, encenou, falava para meu filho não esquecer do que a psicóloga disse, que eu era muito perigoso e disse ao policial que registrou a ocorrência que ela não impedia a minha visita mas que era meu filho que não queria nunca sair comigo!
  Meu filho, que já tem noção do certo e do errado, não conseguia me olhar nos olhos, também não se esquivava tampouco gritava quando eu o abracei e o beijei; apenas olhava para a alienadora como se pedindo desculpas por deixar que eu o abraçase e me respondia em monossílabas às minhas perguntas. Ela estava tão incomodada por me ver abraçando "aquilo" que ela considera seu "objeto de estimação" que o pegou no colo e o enlaçou nos seus braços de forma que eu só poderia tocar nele se tocasse nela!
  O próximo final de semana por determinação judicial, seria o de pegar meu filho mas a alienadora, mesmo na delegacia, me disse que não vai estar em casa, que nem adianta eu ir lá! E a Justiça, o cumprimento da ordem judicial, nada significa para ela? Ela se julga acima da lei por ser mãe?
  Me pergunto: o que ela fez é demonstração de amor ou é uma doença?! Qual a lembrança ela acha que meu filho terá desse dia?! Será que acha que ele passará incólume por tudo isso e será uma pessoa normal?! Por que a diretora da escola tomou  atitude de avisar à alienadora que eu estava lá?! Por que a psicóloga do Conselho nunca me chamou para também ser ouvido já que sou parte envolvida na história?! Por que  pessoas trabalham com seres em formação não conseguem olhar com imparcialidade uma história que é ouvida apenas de uma das partes?! Por que não procuram conhecer todas as nuances de uma história antes de tomar atitudes que só servem para prejudicar e afastar ainda mais pessoas envolvidas numa relação que deveria ser respeitada pois é a formação e base de uma sociedade, que é a família?! Que sera humanos elas estão preparando para serem o futuro de um país?!
  Os seres humanos, na sua boa formação, precisam de raízes que é a família e de asas, para crescerem e se tornarem independentes se tornando adultos seguros e saudáveis!
  Sei que nossa história está muito longe ainda de ter um final feliz, cada dia que passa é um dia a menos sem participar da vida dele e um dia a mais de informações e implantações de falsas memórias na cabeça do meu filho; por isso mais uma vez peço que se alguém que tiver como, em algum momento, de interfir, que o faça! Se não tiver, pelo menos divulgue para que mais pessoas possam ter acesso às informações da Síndrome da Alienação Parental e desde o início impeçam que ela se instale e não chegue ao ponto onde chegou a nossa história!


 
 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Bando de covardes!

Como vocês que me conheceram, conviveram comigo, viajaram juntos tantas vezes, partilharam tantos momentos em famíla tendo a oportunidade de me conhecer e saber quem realmente sou, tem a coragem de não interfirir nisso?! Vocês estão compactuando com a mentira, com a hipocrisia, com a maldade de uma pessoa muito próxima! Estão lavando as mãos, assim como Pilatos e deixando que pessoas do bem e de caráter e principalmente o sobrinho de vocês sejam muito infelizes, mesmo que nesse momento isso não transpareça para vocês!
 O ser humano nessas horas me envergonha, porque uma criança deveria ser protegida antes de tudo e de qualquer laço afetivo! A nossa consciência diante de Deus deveria valer mais que qualquer laço afetivo ou outro interesse!
 A justiça humana é muito falha, é lenta...mas a de Deus, tem seu tempo e é perfeita! Não queiram sentir o peso de suas mãos, porque um dia poderão se perguntar: mas por que isso aconteceu comigo?!

Afastando ele de mim

Outra coisa absurda que ela fazia quando ele queria dormir ao meu lado no colchonete era quando ele ainda mamava no peito; falava que se ele dormisse comigo que não daria de mamar a ele!!! Tem que ser muito doente para impor essa condição para um filho!
 Quando eu ia vê-lo na casa dela eu geralmente queria comprar um brinquedo p ele, mas ele dizia que não estva precisando de nada e olhava p ela como se pedindo que ela falasse o contrário e era assim que funcionava...quis comprar uma bola nova porque a dele estava rasgando então depois dele falar que não precisava aceitou após ela falar que precisava sim, então ele ficou muito feliz e aceitou sair comigo p comprar uma nova. Em outra vez foi no último aniversário que estive c ele por algumas poucas horas; queria saber o que ele queria de presente de aniversário, ele falava que já tinha tudo e que não queria nada! Imagine uma criança fazendo 8 anos e dizendo que não quer nenhum brinquedo, isso p o próprio pai! Então de muito insistir c a alienadora ela falou que ele queria muito um boneco; eu dei o boneco e ele ficou muito feliz!
 Além do meu amor, carinho, exemplo, referência, ele também está perdendo materialmente; não sei se está fazendo esportes que tanto gosta, se tem comido o que precisa para a idade dele, se tem feito programações recreativas e de lazer, se tem tido material escolar, se está com plano de saúde...não sei nada mais do meu filho...quando penso que tantos pais vão presos por não se preocuparem e exercerem seus deveres na formação e criação dos seus filhos e ela jogando fora a oportunidade de dividir comigo a criação dele por ciúmes e possessividade, me revolto e peço todo dia a Deus por Justiça!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Me indicaram esse livro e li essa sinopse...Mentes perigosas - o psicopata mora ao lado.

Mentes perigosas - o psicopata mora ao lado.

Lendo as notícias diárias fico ciente não só das ocorrências do dia mas também do progresso e da degradação da raça humana, e olha aí que vamos de mal a pior. E foi nestas leituras que descobri um livro, penso eu, o melhor do ano. O livro chama-se "Mentes perigosas" - o psicopata mora ao lado, da escritora Ana Beatriz Barbosa Silva. Veja trecho do livro abaixo e explicações sobre este trabalho de psiquiatria que me encantou:


Normalmente a psicopatia é associada a pessoas violentas, com aparência de assassinas e que podem ser facilmente identificadas. Mas, diferentemente do que se costuma acreditar, psicopatas, em sua grande maioria, não são necessariamente assassinos. Em Mentes Perigosas, a médica psiquiatra Ana Beatriz B. Silva alerta para o fato de que os psicopatas podem permanecer por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos. “Eles Transitam tranqüilamente pelas ruas, cruzam nossos caminhos, freqüentam as mesmas festas, dividem o mesmo teto, dormem na mesma cama... Apesar de mais de vinte anos de profissão, ainda fico muito surpresa e sensibilizada com a quantidade de pacientes que me procuram com suas vidas arruinadas, totalmente em frangalhos, alvejadas por esses seres”, diz ela.

Segundo a autora, os psicopatas são 4% da população: 3% são homens e 1% mulher. Ou seja, a cada 25 pessoas, uma é psicopata. E como seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos, eles não são considerados loucos, não sofrem de alucinação ou apresentam sofrimento mental. Vivem incógnitos, em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria das outras pessoas. Apenas em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Em sua grande maioria, eles não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns. No entanto, são desprovidos de consciência e, portanto, destituídos do senso de responsabilidade ética, que é a base essencial das relações emocionais. “Sei que é difícil de acreditar, mas algumas pessoas nunca experimentaram ou jamais experimentarão a inquietude mental, ou o menor sentimento de culpa ou remorso por desapontar, magoar, enganar ou até mesmo tirar a vida de alguém. Admitir que existem criaturas com essa natureza é quase uma rendição ao fato de que o ‘mal’ habita entre nós, lado a lado, cara a cara”, explica a autora.


Ana Beatriz alerta no livro para o poder destrutivo dos psicopatas, que manipuladores, perversos e desprovidos de culpa, remorso ou arrependimento, são capazes de passar por cima de qualquer pessoa para satisfazer seus próprios interesses: “Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas [em sua maioria] não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, ‘inteligentes’, envolventes e sedutores, não costumam levantar a menor suspeita de quem realmente são. Podemos encontrá-los disfarçados de religiosos, bons políticos, bons amantes, bons amigos. Visam apenas benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade”.
Segundo o psiquiatra canadense Robert Hare, uma das maiores autoridades sobre o assunto, os psicopatas têm total ciência dos seus atos - a parte cognitiva ou racional é perfeita -, ou seja, sabem perfeitamente que estão infringindo regras sociais e por que estão fazendo. O déficit deles está no campo dos afetos e das emoções. Assim, para eles, tanto faz ferir, maltratar ou até matar alguém que atravessa o seu caminho ou os seus interesses, mesmo que esse alguém faça parte de seu convívio íntimo. Esses comportamentos desprezíveis são resultados de uma escolha exercida de forma livre e sem qualquer culpa. A mais evidente expressão da psicopatia envolve a flagrante violação criminosa das regras sociais - eles sabem perfeitamente o que estão fazendo. Quanto aos sentimentos, porém, são absolutamente deficitários, pobres, ausentes de afeto e de profundidade emocional: “Assim, concordo plenamente quando alguns autores dizem, de forma metafórica, que os psicopatas entendem a letra de uma canção, mas são incapazes de compreender a melodia”, esclarece a psiquiatra.

Editado pela Fontamar - Objetiva - tem 224 páginas.


Por Alda Inacio

A luta continua!


Agora que fui inocentado já posso procurar meu filho, mas sei que vai ser muito difícil nossa reaproximação; ele tem medo de mim,se sente traindo a mãe se demonstrar qualquer sentimento positivo por mim. Quanto ao endereço e escola já consegui através de amigos meus, pois pela justiça demoraria muito; mas não quero pegar meu filho de qualquer jeito, por isso já estou em contato com profissionais (assistente social e psicóloga)para fazer essa aproxiamação.
Sei que ainda terei muitas lutas pela frente, pois corre outro processo onde ela me acusa de representar risco físico ao meu filho (alega que numa demonstração de ira o joguei na frente de um carro)e pede que eu nunca possa estar sozinho c ele, que tenha o acompanhamento de alguém indicado por ela.
Sei também que mesmo eu a tendo encontrado agora irá fugir c ele assim q conseguir...
Mas meu amor por ele fará com que eu nunca desista dessa luta e a enfrente até meu filho se tornar adulto e então tenha discernimento para enxergar todas as verdades!
Sei que ele me ama e sente minha falta, pois em algumas poucas ocasiões em que a mãe estava distante ele demonstrou isso. Na última vez que estivemos juntos por 2 horas, há mais de 1 ano, ele me chamou p entrar junto no banheiro que ele iria tomar banho; lá dentro, longe da mãe, sem que eu pedisse, ele me abraçou e me beijou. Não posso aceitar que ele vá pela a vida afora tendo que fingir que não sente falta de mim, que não precisa do meu carinho e de parte da minha vida para formar a história dele.
Por isso tudo, não desistirei!

A luta continua!

Ela usou dessa estratégia para ganhar tempo e fugir com meu filho; assim que tomei conhecimento da falsa denúncia fiquei impedido de me aproximar dela (e consequentemente do meu filho)em até 250m; tirou da escola que eu pagava e onde estuda há anos e também se mudou de casa. Desde então, nem minhas ligações atende e o telefone foi eu q dei p meu filho; quando ligo de um número desconhecido ele só fala alô e quando ouve minha voz desliga, sei que já está instruído p isso. A última vez que falei c ele foi no dia anterior ao seu aniversário, em outubro do ano passado.
Tentei c amigos e conhecidos dela e dele p me ajudarem a encontrá-los mas essa pessoas se colocam numa situação de conforto e para mim, de covardia, pois mesmo conhecendo a alienadora e me conhecendo, não tentam ajudar, não querem se indispor c ela, pois sabem q fatalmente isso acontecerá assim como ficarão também afastados do meu filho...mas ninguém raciocina que a negligência e o medo de hoje estão jogando a saúde mental do meu filho num abismo, estão arriscando sem medo que ele se torne um adulto com muitas neuroses, medos, desvio de caráter e todas as consequências que podem levar uma criança que é vítima da SAP...acho q pensam, que um pai amoroso na vida de um ser humano é desnecessário, que uma mãe por cuidar da saúde física e ter cuidados de higiene com seu filho é suficiente para criá-lo saudável em todos os sentidos. Quem não conhece um filho cheio de dramas por ter sido ignorado pelo pai? Quem não conhece casos de filhos que foram procurar seus pais (pais que mitas vezes os abandonaram) na vida adulta por terem passado a vida inteira sentido falta dessa referência?
Leiam e ouçam depoimentos no meu blog sobre a pessoa que é vítima da SAP; vão ficar chocados quanto às possíveis consequências dessa doença da alma que afeta muitas pessoas!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Uma vitória

A alienadora tinha registrado uma falsa queixa contra mim dizendo que eu a tinha ameaçado de agressão por telefone; na minha defesa autorizei que quebrasse meu sigilo telefônico e hoje recebi a notícia do meu advogado que eu já esperava: nada foi provado e o processo foi arquivado!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Ela perde o pai biologico

 Ela soube que o pai estava muito doente e nem o conhecia ainda; não estavamos juntos mas por humanidade, paguei a passagem dela e do nosso filho para irem conhecê-lo em outro estado; foram p lá e passaram poucos momentos c ele antes de morrer. Ela ficou arrasada, chorou muito mas teve um momento de reflexão: quando voltou admitiu a falta que um pai faz, como ela perdeu por não ter convivido c ele e disse que nunca mais criaria dificuldades para minha convivência c o PH. Durante algum tempo pude buscar nosso filho, trazer p minha casa, levá-lo p passsear, ter ótimos momentos juntos! Foi a melhor fase de nossa convivência! Como sinto saudade! Mas infelizmente isso não durou muito tempo: de raiva, por saber que eu eventualmente eu tinha um caso, voltou a criar dificuldade; chegou a entrar p a igreja p estreitar a relação c uma pessoa que era dessa igreja, chegando a se casar c ela, na igreja e no cartório! Mas era apenas uma forma de tentar me agredir e se vingar: convidou vários amigos meus p o casamento, só que em 2 SEMANAS estava separada e aqui em casa!
  Voltamos a ficar algum tempo juntos, mas foi uma tentativa frustrada, pois em pouco tempo estávamos separados novamente e os mesmos problemas acontecendo.
  A nossa última reconciliação se deu da seguinte forma: uma pessoa com quem eu ficava hora ou outra, ligou p meu telefone quando estávamos no mercado fazendo compras, ela atendeu o tel e a pessoa pediu p falar comigo, ela perguntou quem era e ela respondeu, deu uma crise no telefone, disse que ele era marido dela e q ela era uma vag.....que nunca mais ligasse e coisas do gênero. Ela gravou na memória o tel dessa pessoa e passou a ligar sempre, perturbando e fazendo ameças chegando a entrar na aula de judô porque dizia q daria Por....nela. certa vez ao ligar p minha amiga e essa por já estar de saco cheio das ameaças dela, ouviu: "já que vc nã quer ele, eu quero, quero mesmo e ele é muito gostoso!" Pronto, sinal dado para uma grande e infindável vingaça que se estende até hoje...
  Era  final do ano de 2008, ela quis voltar comigo, passou todas as férias do PH aqui em casa; fez um orkut c fotos nossas me abraçando, beijando, agarrando, para provocar a outra; me questionava o tempo todo onde ela morava, trabalhava porque não iria sossegar enquanto não a pegasse. Era um inferno: dia e noite querendo saber, não falava de outro assunto, brigávamos feio e ela invariavelmenteprovocava essas discussões na frente do nosso filho para depois chorar, diser que eu era um grosso, estúpido e colocar nosso filho contra mim.
  Na nossa última discussão ela me provocou tanto que levantei meus braços p o céu e disse:" pelo amor de Deus, chega!!!!!!! Vai embora!!!!!! Não aguento mais isso!!! Sai da minha vida!!!!!!!
  Ela chorou, gritou e nosso filho subiu a escada e para se colocar como a vítima falava chorando c nosso filho que eu era um estúpido e tinha batido nela.... eu fiquei sem reação: só falava "meu filho, é mentira, papai tá nervoso mas eu nunca bateria na sua mãe....fala p ele sua mentirosa, que eu não fiz isso!" mas ela esva determinada a se vingar e jogar meu filho contra mim afirmando que eu tinha batido nela..
 Ela foi embora naquele dia; eu fiquei arrasado pelo PH, por saber q novamente me afastaria dele, que ela colocaria mais dificuldades ainda e que ele estava c uma visão a meu respeito que demoraria um bom tempo p mudar...ligava sempre p falar c ele mas ele pouco falava; sentia medo na voz dele...

Quem é ela e como os problemas foram começando

  A conheci com 20 anos mas com uma vida cheia de histórias tristes...foi criada sem pai, não tinha o nome dele na certidão, vivia c a mãe e um padrasto problemático (álcool e brigas), tinha uma meia irmã mais nova que era predileta por ser filha do casal, uma outra meia irmã criada pelos avós (essa teve mais sorte e equilíbrio) e outros meio irmãos filhos do pai biológico c os quais não tinha contato...aos 13 anos, ainda brincando de boneca, foi entregue pela mãe a um homem de 29 para conviver maritalmente! Viveu essa relação durante alguns anos.
 Com esse histórico seria difícil ter boas referências de família, de amor fraternal e pricipalmente de homem! Mas quando nos apaixonamos pela aparência e a química entre os corpos é grande, infelizmente temos a tendência de não querer enxergar o interior e ignoramos o que deveria ter maior importância para construir uma família!
  No primeiro final de semana q  ficamos juntos, passou todo o final de semana na minha casa e logo logo já estava morando aqui, com minha família; minha mãe, no alto dos seus mais d 60 anos, tentava me avisar do que pressentia pelo comportamento dela, mas eu, como a maioria dos filhos, não dava ouvidos e achava que era implicância e ciúmes dela...em poucos meses ela engravidou e aí os problemas começaram a aparecer...
  Era crise de depressão até com tentiva de suicídio (2X); chorava muito por não ter pai, por não ter amor da família e muitas crises de ciúme em relação a mim; ciúme de amiga mulher e até de amigos homens de longa data, num episódio expulsou 2 grandes amigos de nossa casa. Perdi alguns clientes por esse comportamente dela, pois até telefone meu atendia e se fosse cliente mulher já era! Nos eventos que precisava estar presente para estar estreitando contato c clientes, deixei de ir pois sempre tinha problemas..
  Durante muito tempo fui tolerante, gostava dela, nosso filho era amado por mim desde a barriga -sempre a acompanhei às consultas e exames, fazia carinho na barriga dela e conversava sempre c ele-
queria que as coisas melhorassem e para isso saí da casa de minha mãe e fomos morar em outra... engano meu: depois que nosso filho nasceu ela mostrou que o ciúme não se limitava apenas a mim; nosso filho passou a ser outra vítima...até minha mãe, que era avó pela primeira vez mal conseguia pegar o neto no colo...uma vez falou qua ainda bem que era homem nosso filho porque se fosse menina ela teria mais ciúme dela comigo!
  Sempre fiz tudo de melhor que pude pelo nosso filho e isso sozinho, porque durante muito tempo ela ficou sem trabalhar! A festa de 1 ano dele foi como ela escolheu: troquei muito trabalho por decoração, animação e tudo que se pode ter numa festa de criança! Nunca faltou nada eles dois!
  Fiquei afastado da maioria dos amigos, pricipalmente os solteiros...
  Com o tempo, as brigas foram ficando cada vez piores e resolvemos  nos separar; ela voltou p a casa da mãe dela c meu filho, numa outra cidade, distante quase 2 horas da casa da minha mãe ficado mais difícil eu estar vendo nosso filho sempre...na casa da mãe as coisas não foram bem, então cometi outro grande erro: aluguei uma casa para eles na mesma cidade (ela alegava que lá a mãe a  ajudaria tomando conta do PH e ela poderia trabalhar), sendo que ela cotinuava sem trabalhar ficando assim durante anos!
  Como criava dificuldades para que eu trouxesse nosso filho comigo, entrei na justiçapara definir as coisas legalmente: obtive o direito de pegá-lo no sábado pela manhã e entregá-lo no domingo à tardinha, de 15 em 15 dias, férias, natais e fins de ano; quanto à pensão ela não quis determinar, já que não comprovo, achou melhor continuar extra judicialmente.. jcá que judicialmente ela não podia impedir de eu buscar nosso filho, apelou p chantagem emocional: falava que ele não podia deixar a mamãe sozinha, que ela iria ficar muito triste e se não conseguia convenê-lo, chegava a chorar; ele, olhava tiste e indeciso; com pena dele, acabava cedendo e passava as vezes o fim de semana na casa deles; saíamos juntos p passear, fazer compras e de vez em quando ficávamos juntos, já que não tínhamos outro compromisso e ainda nos gostávamos.
  Ela dormia na cama de casal com o PH e eunum colchonete no chão, mas certa vez ele quis dormir comigo no chão; ela não admitiu: argumentou o q pode e como não o convenceu, chorou  e o chamou de traidor porque preferia dormir c o papai e não c a mamãe! Ele só tinha 5 anos! Resultado: dormiu c ela e nunca mais, se la estivesse junto, pediu p dormir comigo!

 
 



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

onde começou a alienação parental...

  "...mamãe é bonita e papai é feio....mamãe é sereia e papai é baleia..."  Essas foram algumas das frases ditas pela alienadora para nosso filho quando ele ainda era bem novinho; era a linguagem infantil que ela usava para começar a plantar na cabeça dele o que ela queria fazer com a minha imagem...
  Na época só chamava a atenção dela de leve, não imaginando onde estava querendo chegar um pouco mais à frente; se tivesse me imposto mais, mesmo me sentindo imaturo diante de frases que pareciam implicâncias de criança, ela não tivesse ido tão longe, como na DELEGACIA, onde registrou falsas e graves queixas contra mim!
  Quando a conheci ela era FLAMENGUISTA -não tão torcedora como eu- mas depois que PH nasceu e viu que ele esatva começando a torcer e vibrar junto comigo pelo FLAMEGO o fez mudar de time: comprou um barquinho e deu p ele dizendo que o VASCO era mais legal porque tinha barquinho e o FLAMENGO tinha urubu que era feio e sujo; ela se transformou numa torcedora fanática e ele hoje tb torce pelo vasco; MENOS UMA AFINIDADE comigo!