terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ontem vi meu filho...

  Como eu já tinha descoberto onde meu filho está estudando, estive na escola dele na semana passada, mas ele tinha acabado de sair- ele está estudando em outro município mais longe ainda de onde moro- e não o vi. Entrei na escola junto c minha esposa, conversei com a coordenadora e a professora dela, mostrei a documentação que me inocenta da falsa acusação da alienadora e o documento da regulação de visitas, expliquei tudo o quem vem ocorrendo e o motivo principal de estar ali: ver meu filho e conseguir o endereço de onde está morando para que possa voltar a pelo menos tentar pegá-lo nos finais de semana que cabem a mim.          Como eu já esperava, a coordenadora não me forneceu o endereço, a diretora estava ensaiando o coral e não pode me receber; disse que entendia a posição dela e que retornaria à escola em outra ocasião; fiquei feliz em saber que meu filho estava bem nas notas, que não tinha problema de relacionamento c os colegas e que está fazendo esporte. Disse também que ele nem a mãe deveriam saber que eu descobri onde ele está estudando pois correria o risco dela não deixá-lo voltar à escola mesmo faltando apenas 2 meses para terminar o ano letivo. A princípio parece que entenderam e não falariam nada ate´que a justiça determinasse a escola a fornecer o endereço.
  Ontem, segunda-feira, voltei à escola para conversar com a diretora sobre a possibilidade de fazer uma festinha surpresa no aniversário dele que será na primeira semana de outubro e também com a intenção de mostrar os documentos p ela já que ainda não os tinha visto; fiquei do lado de fora da escola esperando que ele saísse para que o visse mesmo de longe, embora minha vontade era de entrar e abraçar meu filho, estava até com taquicardia, suando frio, teve uma hora que fui sentar no carro porque achei que fosse desmaiar; minha esposa ficou no portão p me avisar quando ele saísse -ele não a conhece- e conversou com o porteiro sobre a situação, informando inclusive que eu entraria depois que meu filho saísse.
  Para meu espanto e tristeza o que chegou na porta da escola? Uma Patamo da polícia Civil com a alienadora saindo de dentro dele! Isso mesmo: uma patamo, com 2 policiais com arma na cintura, 2 fuzis no banco da frente aparecendo para quem estivesse perto e a alienadora saindo de dentro dele para buscar meu filho na escola! Minha esposa me chamou e mandou que eu já viesse com os documentos para mostrar aos policiais, pois alienadora estava apontando para mim para eles me prenderem!
  Ela não sabia que eu podia me aproximar do meu filho, que eu estava inocentado da sua falsa denúncia, pensou que pudesse sair dali preso, era isso que ela pretendia. Ela teimou como os policiais que eu não podia ir à escola, que não poderia me aproximar dela, que eu era violento, que eu tentei matar meu filho; mostrei os documentos para os policiais e eles viram que eu não estava fazendo nada de errado.
  Mas a alienadora quis ir à delegacia, meu filho coitadinho, olhava apavorado para toda essa cena, assim como várias outras pessoas e coleguinhas da escola ali presentes. N a delegacia ela não tinha o que registar, então alegou que está tentando proteger meu filho de mim já que sou uma pessoa "extremamente violenta" e que inclusive o conselho tutelar detectou maus tratos nele e ele está sendo acompanhado de uma psicóloga de lá; chorou, encenou, falava para meu filho não esquecer do que a psicóloga disse, que eu era muito perigoso e disse ao policial que registrou a ocorrência que ela não impedia a minha visita mas que era meu filho que não queria nunca sair comigo!
  Meu filho, que já tem noção do certo e do errado, não conseguia me olhar nos olhos, também não se esquivava tampouco gritava quando eu o abracei e o beijei; apenas olhava para a alienadora como se pedindo desculpas por deixar que eu o abraçase e me respondia em monossílabas às minhas perguntas. Ela estava tão incomodada por me ver abraçando "aquilo" que ela considera seu "objeto de estimação" que o pegou no colo e o enlaçou nos seus braços de forma que eu só poderia tocar nele se tocasse nela!
  O próximo final de semana por determinação judicial, seria o de pegar meu filho mas a alienadora, mesmo na delegacia, me disse que não vai estar em casa, que nem adianta eu ir lá! E a Justiça, o cumprimento da ordem judicial, nada significa para ela? Ela se julga acima da lei por ser mãe?
  Me pergunto: o que ela fez é demonstração de amor ou é uma doença?! Qual a lembrança ela acha que meu filho terá desse dia?! Será que acha que ele passará incólume por tudo isso e será uma pessoa normal?! Por que a diretora da escola tomou  atitude de avisar à alienadora que eu estava lá?! Por que a psicóloga do Conselho nunca me chamou para também ser ouvido já que sou parte envolvida na história?! Por que  pessoas trabalham com seres em formação não conseguem olhar com imparcialidade uma história que é ouvida apenas de uma das partes?! Por que não procuram conhecer todas as nuances de uma história antes de tomar atitudes que só servem para prejudicar e afastar ainda mais pessoas envolvidas numa relação que deveria ser respeitada pois é a formação e base de uma sociedade, que é a família?! Que sera humanos elas estão preparando para serem o futuro de um país?!
  Os seres humanos, na sua boa formação, precisam de raízes que é a família e de asas, para crescerem e se tornarem independentes se tornando adultos seguros e saudáveis!
  Sei que nossa história está muito longe ainda de ter um final feliz, cada dia que passa é um dia a menos sem participar da vida dele e um dia a mais de informações e implantações de falsas memórias na cabeça do meu filho; por isso mais uma vez peço que se alguém que tiver como, em algum momento, de interfir, que o faça! Se não tiver, pelo menos divulgue para que mais pessoas possam ter acesso às informações da Síndrome da Alienação Parental e desde o início impeçam que ela se instale e não chegue ao ponto onde chegou a nossa história!


 
 

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