A conheci com 20 anos mas com uma vida cheia de histórias tristes...foi criada sem pai, não tinha o nome dele na certidão, vivia c a mãe e um padrasto problemático (álcool e brigas), tinha uma meia irmã mais nova que era predileta por ser filha do casal, uma outra meia irmã criada pelos avós (essa teve mais sorte e equilíbrio) e outros meio irmãos filhos do pai biológico c os quais não tinha contato...aos 13 anos, ainda brincando de boneca, foi entregue pela mãe a um homem de 29 para conviver maritalmente! Viveu essa relação durante alguns anos.
Com esse histórico seria difícil ter boas referências de família, de amor fraternal e pricipalmente de homem! Mas quando nos apaixonamos pela aparência e a química entre os corpos é grande, infelizmente temos a tendência de não querer enxergar o interior e ignoramos o que deveria ter maior importância para construir uma família!
No primeiro final de semana q ficamos juntos, passou todo o final de semana na minha casa e logo logo já estava morando aqui, com minha família; minha mãe, no alto dos seus mais d 60 anos, tentava me avisar do que pressentia pelo comportamento dela, mas eu, como a maioria dos filhos, não dava ouvidos e achava que era implicância e ciúmes dela...em poucos meses ela engravidou e aí os problemas começaram a aparecer...
Era crise de depressão até com tentiva de suicídio (2X); chorava muito por não ter pai, por não ter amor da família e muitas crises de ciúme em relação a mim; ciúme de amiga mulher e até de amigos homens de longa data, num episódio expulsou 2 grandes amigos de nossa casa. Perdi alguns clientes por esse comportamente dela, pois até telefone meu atendia e se fosse cliente mulher já era! Nos eventos que precisava estar presente para estar estreitando contato c clientes, deixei de ir pois sempre tinha problemas..
Durante muito tempo fui tolerante, gostava dela, nosso filho era amado por mim desde a barriga -sempre a acompanhei às consultas e exames, fazia carinho na barriga dela e conversava sempre c ele-
queria que as coisas melhorassem e para isso saí da casa de minha mãe e fomos morar em outra... engano meu: depois que nosso filho nasceu ela mostrou que o ciúme não se limitava apenas a mim; nosso filho passou a ser outra vítima...até minha mãe, que era avó pela primeira vez mal conseguia pegar o neto no colo...uma vez falou qua ainda bem que era homem nosso filho porque se fosse menina ela teria mais ciúme dela comigo!
Sempre fiz tudo de melhor que pude pelo nosso filho e isso sozinho, porque durante muito tempo ela ficou sem trabalhar! A festa de 1 ano dele foi como ela escolheu: troquei muito trabalho por decoração, animação e tudo que se pode ter numa festa de criança! Nunca faltou nada eles dois!
Fiquei afastado da maioria dos amigos, pricipalmente os solteiros...
Com o tempo, as brigas foram ficando cada vez piores e resolvemos nos separar; ela voltou p a casa da mãe dela c meu filho, numa outra cidade, distante quase 2 horas da casa da minha mãe ficado mais difícil eu estar vendo nosso filho sempre...na casa da mãe as coisas não foram bem, então cometi outro grande erro: aluguei uma casa para eles na mesma cidade (ela alegava que lá a mãe a ajudaria tomando conta do PH e ela poderia trabalhar), sendo que ela cotinuava sem trabalhar ficando assim durante anos!
Como criava dificuldades para que eu trouxesse nosso filho comigo, entrei na justiçapara definir as coisas legalmente: obtive o direito de pegá-lo no sábado pela manhã e entregá-lo no domingo à tardinha, de 15 em 15 dias, férias, natais e fins de ano; quanto à pensão ela não quis determinar, já que não comprovo, achou melhor continuar extra judicialmente.. jcá que judicialmente ela não podia impedir de eu buscar nosso filho, apelou p chantagem emocional: falava que ele não podia deixar a mamãe sozinha, que ela iria ficar muito triste e se não conseguia convenê-lo, chegava a chorar; ele, olhava tiste e indeciso; com pena dele, acabava cedendo e passava as vezes o fim de semana na casa deles; saíamos juntos p passear, fazer compras e de vez em quando ficávamos juntos, já que não tínhamos outro compromisso e ainda nos gostávamos.
Ela dormia na cama de casal com o PH e eunum colchonete no chão, mas certa vez ele quis dormir comigo no chão; ela não admitiu: argumentou o q pode e como não o convenceu, chorou e o chamou de traidor porque preferia dormir c o papai e não c a mamãe! Ele só tinha 5 anos! Resultado: dormiu c ela e nunca mais, se la estivesse junto, pediu p dormir comigo!
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